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Bolivia es excluída del corredor ferroviario

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O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, recebeu na tarde de quarta-feira (10) a ministra conselheira da Embaixada da China no Brasil, Xia Xiaoling, e um grupo de representantes da China Railway Construction Brazil Participações Ltda (CRCC), empresa estatal chinesa especializada na construção de infraestrutura de logística. Com a presença do governador de Mato Grosso, Pedro Taques, a reunião foi uma sinalização de interesse do grupo na construção de 901 km da Ferrovia de Integração Centro Oeste (Fico), que liga a Ferrovia Norte-Sul em Goiás a Lucas do Rio Verde (MT).

O trecho faz parte do projeto da Ferrovia Transcontinental, planejada para conectar o litoral do estado do Rio de Janeiro a portos do Oceano Pacífico. O projeto básico, contratado pela VALEC, bem como estudos de licenciamento para essa parte da ferrovia já estão bem adiantados.

A obra é de fundamental importância para o desenvolvimento do estado, pois escoará a produção de grãos do centro norte de Mato Grosso em direção aos principais portos do país. A região é a maior produtora de soja do Brasil, correspondente a 10% da produção mundial.


Para o diretor da estatal no Brasil, Hebert von Atzingen Pasquini, “o aumento do sistema ferroviário será estratégico não só para o desenvolvimento do estado, mas para o desenvolvimento do país.”

No início de setembro, o presidente em exercício, Michel Temer, deverá participar da reunião do G20 na China. A ideia é aproveitar a ida ao país para estreitar as relações comerciais para que o grupo chinês se torne um concessionário. Vale lembrar que já há assinado um protocolo de intenções entre os governos chinês e brasileiro sobre o interesse neste trecho ferroviário.

O ministro Eliseu Padilha disse que “o projeto é viável e o interesse interacional no Brasil mostra ao mundo a nossa capacidade de produção”. “Faremos esforços para que esta parceria seja concretizada.” 
 
 
 
 
A Ferrovia Transoceânica ou também referida como Ferrovia Transcontinental[1] e Ferrovia Bioceânica foi incluída no Plano Nacional de Viação no dia 5 de maio de 2008[2] com a identificação de EF-246 e ligará o litoral norte do Rio de Janeiro a malha ferroviária do Peru passando pelas cidades de Campinorte (GO), Lucas do Rio Verde (MT), Vilhena (RO), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC) e Boqueirão da Esperança (Fronteira Brasil-Peru). A extensão total é estimada em 4.400 km.[1] Em outros documentos a mesma ferrovia foi referida como EF-354.[1][3][4] A Ferrovia Transcontinental ainda integra a Ferrovia de Integração Centro-Oeste no seu trecho de Campinorte (GO) à Vilhena (RO), com 1.630 km.[5]

Até 2009 somente o trecho entre Uruaçu (GO) e Vilhena (RO) teve seu pré-projeto concluído e foram estimados que a extensão desse trecho será de 1.500 quilômetros a um custo de R$ 5,25 bilhões em bitola larga permitindo uma velocidade de até 120 km/hora.[6]

O inicio da construção da ferrovia, estava previsto para o mês de abril de 2011, segundo o presidente da VALEC (que está a cargo da construção).[7] Mas atualmente as obras não começaram.[5]

A construção finalmente foi acertada, com financiamento e compartilhamento da ferrovia entre os governos brasileiro, peruano, e chinês em 2014, e a construção seria iniciada em 2015, com financiamento do AIIB (banco de infraestrutura chinês), o que até hoje não aconteceu. [8]
 

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